Seap prende dois homens que confessaram ter assassinado agente Ezequiel Figueiredo

Crime aconteceu na noite de terça-feira, no bairro de Ambaí, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense

Por O Dia

Ezequiel Figueiredo: assassinado
Ezequiel Figueiredo: assassinado -
Rio - Policiais penais da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) prenderam, nesta quarta-feira, no bairro de Ambaí, em Nova Iguaçu, dois homens que assumiram a autoria do assassinato do agente penitenciário Ezequiel Figueiredo. O crime ocorreu na noite de terça-feira, no mesmo bairro da Baixada Fluminense. A prisão foi feita por agentes da Subsecretaria Operacional e da Divisão de Busca e Recapturas da Seap.

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Além das prisões, a arma do servidor, um revólver calibre 38, que havia sido levada após o crime, foi recuperada durante a ação Divulgação
Ezequiel Figueiredo Divulgação
Além das prisões, a arma do servidor, um revólver calibre 38, que havia sido levada após o crime, foi recuperada durante a ação.

Os homens foram conduzidos para a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), que investiga o caso.

O subsecretário de Gestão Operacional da Seap, Moysés Marques, destacou a rapidez da ação. "Com Inteligência, conseguimos localizar e prender os criminosos em menos de 24 horas. A ação rápida da Divisão de Busca e Recapturas da Seap foi fundamental para o êxito da missão", ressaltou o subsecretário.
O agente foi encontrado morto, com sinais de espancamento, na manhã desta quarta, na Estrada do Santana, no bairro Cacuia, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense.
Familiares do agente relataram aos policiais do 20º BPM (Mesquita) que Ezequiel estava bebendo em um bar, na noite desta terça-feira, quando decidiu ir para casa. Logo depois, saiu novamente, dizendo que iria encontrar alguns amigos. Ainda segundo os parentes, como o homem não retornou, eles iniciaram as buscas.
A DHBF fez perícia no local, e foi instaurado inquérito para apurar as circunstâncias da morte de Ezequiel. Os policiais também buscam informações que possam identificar a autoria do crime.

Com a morte do agente da Seap, chega a 37 o número de agentes de segurança pública assassinados no Rio em 2020, sendo 28 da Polícia Militar, um da Polícia Federal, dois do Corpo de Bombeiros, dois da Polícia Civil, dois da Marinha do Brasil, e dois inspetores da Seap.

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