Na justiça? Vampeta cobra ‘aposentadoria’ e promete entrar com ação contra a CBF

O ex-jogador disse ainda que não sabe se seus companheiros na campanha do penta também vão processar a entidade; Entenda:

Por O Dia

Vampeta
Vampeta -
São Paulo - Campeão do mundo com o Brasil na Copa de 2002, Vampeta abriu o jogo e fez uma revelação impactante. Após ver seu ex-companheiro Cafú, confessar que vive um momento difícil, enfrentando dívidas milionárias, "Vamp" abriu o jogo e prometeu que entrará com uma ação judicial contra a CBF.

A motivação do processo está ligada ao fato de que os jogadores que participaram da campanha do penta, não terem direito a receber uma aposentadoria, como acontece com outros atletas que foram campeões mundiais nas três primeiras conquistas (1958, 1962 e 1970).

Durante o programa “Esporte em Discussão”, da “Rádio Jovem Pan”, do qual ele participa, Vampeta confessou seu desejo de entrar com o recurso.

“Eu vou entrar com um recurso contra a CBF”, disse o ex-jogador, que em seguida completou:

“Não sei se a galera de 2002 vai entrar, mas eu, Vampeta, vou! Porque, na CBF, é o seguinte: os campeões mundiais até 1970 recebem uma aposentadoria, um ‘casacalho na mão’. Eu sou campeão mundial, vou entrar com um recurso no Supremo… Eu quero também!.”

“Se eu vou ganhar a ação, eu não sei, mas não venha querer me dar só quando eu tiver com quase 80 anos, com diabetes, com gripe, com coqueluche, com tudo. Eu quero agora, que estou voando! E eu vou entrar! Vou arrumar um advogado, porque quero o mesmo privilégio dos caras de 1970! Eu estou falando sério!”, concluiu.

Em 2012, foi sancionada pela então presidente Dilma Roussef, a Lei Geral da Copa, que entra várias coisas, garantia um benefício a todos os jogadores que participaram das conquistas dos três primeiros títulos mundiais da Seleção Brasileira (1958, 1962 e 1970). O pagamento do prêmio era no valor de R$ 100 mil, retirado os cofres do Ministério do Esporte. Além disso, a lei garantia um auxílio mensal “pago para completar a renda mensal do beneficiário até que seja atingido o valor máximo do salário de benefício do Regime Geral de Previdência Social”.

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