Caso Amarildo: PMs condenados lutam contra punição

Doze policiais militares terão recursos julgados nesta quarta-feira

Por ADRIANA CRUZ

Pedreiro Amarildo de Souza
Pedreiro Amarildo de Souza -

Os 12 policiais militares condenados pelo desaparecimento do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, na Rocinha em 2013, lutam contra a punição na 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça. Eles foram condenados por tortura seguida de morte, ocultação de cadáver e fraude processual, em 2016. O então comandante da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha, major Edson Santos, foi condenado a mais de 13 anos de prisão.

O subcomandante, tenente Luiz Felipe de Medeiros, foi sentenciado a mais de dez anos de reclusão. O soldado Douglas Roberto Vital Machado recebeu pena de 11 anos e seis meses. Já os soldados Marlon Campos Reis, Jorge Luiz Gonçalves Coelho, Jairo da Conceição Ribas, Anderson César Soares Maia, Wellington Tavares da Silva, Fábio Brasil da Rocha da Graça e Felipe Maia Queiroz Moura foram condenados a dez anos e quatro meses de reclusão cada.

As policiais Rachel de Souza Peixoto, Thaís Rodrigues Gusmão receberam pena de nove anos e quatro meses cada. O julgamento dos recursos foi marcado para esta quarta-feira, a partir das 13h. O corpo de Amarildo nunca apareceu.

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