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Caso Marielle: Celular de Domingos Brazão era alvo da PF

O objetivo da ação foi reunir provas de que a investigação do assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes

Por ADRIANA CRUZ

Domingos Brazão
Domingos Brazão -

O celular do conselheiro afastado do Tribunal de Contas do Estado Domingos Brazão, do MDB, era o alvo da Polícia Federal (PF) de um dos oito mandados de busca e apreensão cumprido na casa dele, quinta-feira. O objetivo da ação foi reunir provas de que a investigação do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, cujo andamento teria sofrido uma manobra para atrapalhar a apuração do caso.

Brazão foi à sede PF, no Centro, com seu advogado Ubiratan Guedes, mas nada de carro de luxo, usou como transporte o VLT. O conselheiro afastado disse aos agentes que não vai usar o foro por prerrogativa de função, que permitiria marcar hora e local para ser ouvido, e prestará esclarecimentos assim que o depoimento foi marcado. Brazão nega envolvimento com os assassinatos.

Os mandados de busca e apreensão foram autorizados pelo juiz do 4º Tribunal do Júri, Gustavo Kalil. A investigação sobre as mortes colocaram as polícias Civil e Federal em lados opostos.

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