Felipe Santa Cruz
Felipe Santa Cruz -

Rio - Uma eleição marcada pelo ódio nas redes sociais e ataques a instituições, como o do deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PSL, filho do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro. Eduardo fez declarações sobre o possível fechamento do Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição Federal, símbolo da Democracia. No pacote de intolerância até a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Rosa Weber, foi alvo de ameaças.

Com a palavra - Felipe Santa Cruz, presidente da OAB-RJ

Como o senhor avalia o ataque do deputado federal Eduardo Bolsonaro ao Supremo?

Gravíssimo que o funcionamento do Supremo, guardião da Constituição Federal, seja objeto de campanha. Ambos os partidos que foram para o segundo turno fizeram o Supremo de alvo.

O que representam as ameaças anônimas por e-mail à Rosa Weber?

Absurdas. Qualquer ato político tem que ficar no limite da legalidade. O Bolsonaro levou uma facada, o Haddad sofreu ameaças, eu já fui ameaçado.

Agora, as autoridades estão vacilantes?

Os partidos precisam entender que é preciso diálogo. Fora isso, é guerra civil. O país ficou aprisionado pela linguagem do conflito. Ninguém quer ouvir ninguém.

O jogo baixo impera nas redes sociais?

As redes sociais viraram espaço de ódio e não de debate. Há um embate sem fronteiras. Isso traz trevas.

 

Comentários

'As redes sociais viraram espaço de ódio e não de debate', alerta presidente da OAB-RJ

Segundo Felipe Santa Cruz, 'país ficou aprisionado pela linguagem do conflito'

Por ADRIANA CRUZ

/21/316x198/1__1_-136993.jpg">
10h40 - 20/12/2018 - Justiça & Cidadania

Ex-procurador-geral deixa cadeia, mas é obrigado a ficar longe do MP

Rio - Claudio Lopes,  ex-procurador-geral de Justiça, deixou a Unidade Prisional da PM, antigo BEP, em Niterói, onde estava preso, na noite desta quarta-feir...

13h36 - 19/12/2018 - Justiça & Cidadania

Ministro do STJ nega pedido de liberdade de prefeito de Niterói, Rodrigo Neves

Felipe Santa Cruz
Felipe Santa Cruz -

Rio - Uma eleição marcada pelo ódio nas redes sociais e ataques a instituições, como o do deputado federal Eduardo Bolsonaro, do PSL, filho do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro. Eduardo fez declarações sobre o possível fechamento do Supremo Tribunal Federal, guardião da Constituição Federal, símbolo da Democracia. No pacote de intolerância até a presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Rosa Weber, foi alvo de ameaças.

Com a palavra - Felipe Santa Cruz, presidente da OAB-RJ

Como o senhor avalia o ataque do deputado federal Eduardo Bolsonaro ao Supremo?

Gravíssimo que o funcionamento do Supremo, guardião da Constituição Federal, seja objeto de campanha. Ambos os partidos que foram para o segundo turno fizeram o Supremo de alvo.

O que representam as ameaças anônimas por e-mail à Rosa Weber?

Absurdas. Qualquer ato político tem que ficar no limite da legalidade. O Bolsonaro levou uma facada, o Haddad sofreu ameaças, eu já fui ameaçado.

Agora, as autoridades estão vacilantes?

Os partidos precisam entender que é preciso diálogo. Fora isso, é guerra civil. O país ficou aprisionado pela linguagem do conflito. Ninguém quer ouvir ninguém.

O jogo baixo impera nas redes sociais?

As redes sociais viraram espaço de ódio e não de debate. Há um embate sem fronteiras. Isso traz trevas.

 

Comentários