Ministério Público do Rio em alerta contra soltura de presos na Justiça

Decisão no plantão judiciário para manter homem que responde por tráfico preso saiu minutos antes de alvará de soltura ter sido concedido na audiência de custódia. Promotores estão preocupados com a liberação de suspeitos

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Numa corrida contra o tempo, o Grupo Especial de Atuação perante a Central de Audiência de Custódia do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GECEAC/MPRJ) conseguiu manter preso Rogério Gomes dos Santos que responde por tráfico de drogas. A decisão no plantão judiciário saiu minutos antes de o alvará de soltura ter sido concedido na audiência de custódia.

Rogério foi preso em casa, na Comunidade de Parada de Lucas, na Zona Norte, com a ajuda de cães farejadores. Com ele foram apreendidos 3,5 kg de maconha, 53 g de haxixe, 10 kg de cocaína distribuída em 2.267 embalagens plásticas, 12 cartuchos de munição calibre 9 mm, uma balança de precisão e quatro folhas com anotações referentes aos movimento de drogas.

De acordo com o promotor Michel Queiroz Zoucas, a magistrada que presidiu a audiência, concedeu liberdade provisória com a medida cautelar de comparecimento mensal em juízo e proibição de ausentar da comarca por mais de oito dias.

O MPRJ recorreu ao plantão noturno do Tribunal de Justiça. O desembargador Luiz Roldão 'cassou' a decisão e manteve Rogério preso.

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